Visitas

PUB

terça-feira, 31 de julho de 2018

Há Corações Assim, Perfeitos

Há Corações Assim, Perfeitos!








   Fotografia de: João Chambel -  Numa praia qualquer...




MARIZA - QUEM ME DERA...

Que mais tem de acontecer no mundo
Para inverter o teu coração pra mim
Que quantidade de lágrimas devo deixar cair
Que Flor tem que nascer
para ganhar o teu amor

Por esse amor meu Deus
Eu faço tudo
Declamo os poemas mais lindos do universo
A ver se te convenço
Que a minha alma nasceu para ti

Será preciso um milagre
Para que o meu coração se alegre
Juro não vou desistir
Faça chuva faça sol
Porque eu preciso de ti para seguir

Quem me dera
Abraçar-te no outono verão e primavera
Quiçá viver além uma quimera
Herdar a sorte e ganhar teu coração

Será preciso uma tempestade
Para perceberes que o meu amor é de verdade
Te procuro nos outdoors da cidade, nas luzes dos faróis
Nos meros mortais como nós
O meu amor é puro é tão grande e resistente como embondeiro
Por ti eu vou onde nunca iria
Por ti eu sou o que nunca seria

Eu preciso de um milagre
Para que o meu coração se alegre
Juro não vou desistir
Faça chuva faça sol
Porque eu preciso de ti para viver

Quem me dera
Abraçar-te no outono verão e primavera
Quiçá viver além uma quimera
Herdar a sorte e ganhar teu coração


Que mais tem de acontecer no mundo
Para inverter o teu coração pra mim
Que quantidade de lágrimas devo deixar cair
Que Flor tem que nascer
para ganhar o teu amor

Por esse amor meu Deus
Eu faço tudo
Declamo os poemas mais lindos do universo
A ver se te convenço
Que a minha alma nasceu para ti

Será preciso um milagre
Para que o meu coração se alegre
Juro não vou desistir
Faça chuva faça sol
Porque eu preciso de ti para seguir

Quem me dera
Abraçar-te no outono verão e primavera
Quiçá viver além uma quimera
Herdar a sorte e ganhar teu coração

Será preciso uma tempestade
Para perceberes que o meu amor é de verdade
Te procuro nos outdoors da cidade, nas luzes dos faróis
Nos meros mortais como nós
O meu amor é puro é tão grande e resistente como embondeiro
Por ti eu vou onde nunca iria
Por ti eu sou o que nunca seria

Eu preciso de um milagre
Para que o meu coração se alegre
Juro não vou desistir
Faça chuva faça sol
Porque eu preciso de ti para viver

Quem me dera
Abraçar-te no outono verão e primavera
Quiçá viver além uma quimera
Herdar a sorte e ganhar teu coração.




Este é um lindo poema da nossa querida Mariza, que nos diz muito, de todos nós.





segunda-feira, 16 de julho de 2018

Capela dos Ossos - Évora

Capela dos Ossos - Évora






Quando se fala de Évora, vem-nos logo à cabeça a Capela dos Ossos. Porque é assustadora ou simplesmente porque é um monumento como qualquer outro na cidade. Todos são espectaculares, não fosse Évora Património Mundial da UNESCO. No entanto, uns são mesmo mais fascinantes que outros!








A Capela dos Ossos é um dos monumentos mais conhecidos de Évora, podemos dizer talvez o seu ex-libris, e fica situada na Praça 1º de maio. Faz parte da não menos conhecida Igreja de São Francisco.



Assustadores para alguns, mas, não à que ter medo dos mortos... Já partiram para o outro lado e estão aguardando por nós, lá. 






















Fotografias de: João Chambel    -   By: Sony DSC-HX60


Poderá dizer-se que é sinistro... Sim, é verdade! Uma capela repleta de ossos pode até pensar-se que é impossível que tal local exista. Mas existe! 
Não à que ter receio, os mortos não fazem mal a ninguém... Já os vivos...

Visitar Évora sem visitar a Capela dos Ossos é como ir a Roma e não ver o Papa. É uma verdadeira experiência do outro mundo, que vale a pena viver e partilhar com outros. 
É na Capela dos Ossos que muitas vezes se iniciam as visitas guiadas em Évora, sendo possível explicar detalhadamente os pormenores todos. Um bom ponto de partida, não acham?





segunda-feira, 9 de julho de 2018

Palácio Nacional de Mafra

Palácio Nacional de Mafra






O "luxo", a opulência da Monarquia portuguesa. Em Portugal existe monumentos assim... Grandiosos, onde a arte arquitectónica é uma constante. Monumento emblemático da história portuguesa, onde existe uma igreja majestosa, com seis órgãos de carrilhões e uma biblioteca das mais antigas da Europa.

Concebido inicialmente como um pequeno convento para 13 frades, o projecto para o Real Convento de Mafra foi sofrendo sucessivos alargamentos, acabando num imenso edifício de cerca de 40.000 m2, com todas as dependências e pertences necessários à vida quotidiana de 300 frades da Ordem de S. Francisco. 


Uma objectiva grande angular, faz milagres... 




A cúpula e as torres com os sinos de muitas toneladas. 



É composto por um palácio e mosteiro monumental em estilo barroco joanino, na vertente alemã. Os trabalhos da sua construção iniciaram-se em 1717 por iniciativa de João V de Portugal, em virtude de uma promessa que fizera em nome da descendência que viesse a obter da rainha dona Maria Ana de Áustria.

Fotografias de: João Chambel    -   By: Sony DSC-HX60

Mais fotos do convento, aqui (clique!)

"Trata-se de uma obra de enormes dimensões, que consegue num só edifício de grande escala, reunir uma igreja, um convento e um palácio. Sendo a obra de maior referência no reinado de D. João V, o chamado período joanino. Numa altura em que vivíamos numa monarquia absoluta, esta obra vai nascer mais por necessidade política, usando o ouro vindo do Brasil. Desta forma, D. João V vai criar uma marca do seu reinado e mudar o paradigma da artes em Portugal." Wikipédia


Para verem a real dimensão do monumento, fica estas imagens aéreas de Manuel Gonçalves.  

Poderão ver dois excelentes vídeos do Palácio/convento, aqui !  Um do palácio, outro da grandiosa igreja do convento (clique!).







Uma beleza portuguesa!

terça-feira, 3 de julho de 2018

A Biblioteca do Convento de Mafra

A Biblioteca Real do Convento de Mafra





A jóia da coroa portuguesa... Entre as mais belas do mundo... A biblioteca Real do Convento de Mafra, em Mafra - Portugal.

"Situada no 4º piso da ala nascente do monumento, a Biblioteca ou Casa da Livraria, como também era chamada, ocupa a mais nobre e vasta de todas as salas do edifício, em forma de cruz com c. de 85 m de comprimento e 9,5 m de largura.  Pavimentada em pedra liós de varias cores, tem no centro uma abóbada apoiada sobre quatro arcos, fechada sobre uma pedra-mármore onde se vê esculpido um rosto humano representando o sol."




Magnifica... Requinte.



As janelas que permitem entrar a luz, nas não de forma directa.




Pormenor de uma das várias janelas.



"A Biblioteca, cuja arrumação actual teve início em 1809, foi organizada por Frei João de Santa Anna segundo o que chamou a Regra das 4 Ordens. É curioso verificar que após um trabalho exaustivo e metódico do frade, de que resultou um catálogo manuscrito em oito volumes, as normas utilizadas para a organização do mesmo se mantêm com grande actualidade – entrada principal feita por apelido, obras anónimas têm entrada pelo título, bem como a utilização de remissivas."









Arte em madeira. 

Fotografias de: João Chambel    -   By: Sony DSC-HX60



"Para a constituição do seu acervo o Rei Magnânimo enviou ao estrangeiro emissários especiais encarregues de adquirir tudo o que de melhor e de mais novo aí se imprimisse. A Biblioteca possui de c. de 30.000 volumes, compreendidos entre os séculos XV e XIX, abrangendo temas tão diferentes como a Teologia, a Sermonária, o Direito Canónico e Civil, a História, a Geografia e Viagens, a Matemática, a Arte e a Música, a Medicina, etc. Todo este acervo se insere no contexto do aperfeiçoamento da imprensa até ao século XVIII, importante factor de desenvolvimento e difusão de ideias. Tem ainda considerável interesse a colecção de manuscritos, de que se destacam os Livros de Horas iluminados do séc. XV e ainda o núcleo de partituras de músicos portugueses como João de Souza Carvalho, Marcos Portugal ou ainda Baldi, entre outros."  Informação institucional, aqui!







sábado, 30 de junho de 2018

Claustros do Mosteiro de Alcobaça

Claustros do Mosteiro de Alcobaça




O Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça, também conhecido como Real Abadia de Santa Maria de Alcobaça.

Claustro de D. Dinis... Trata-se do único claustro medieval do Mosteiro de Alcobaça (clique!). Construído no reinado de D. Dinis, presumivelmente entre 1308 e 1311, foi concebido por Domingo Domingues e Mestre Diogo, sendo um dos mais belos do gótico português. 

Um claustro, consiste tipicamente em quatro corredores a formar um quadrilátero, por norma com um jardim no meio.
















Posteriormente, no reinado de D. Manuel I (1495-1521)  por ordem do Abade D. Jorge de Melo, foi-lhe acrescentado um piso superior (Sobreclaustro) com traça de João de Castilho.









Todo o Claustro é abobadado, com arcos torais de volta perfeita e ogivas. As abóbadas acompanham a assimetria da construção, sendo irregulares sobretudo a poente.

Importa referir, para melhor compreendermos a evolução da respectiva construção, o arcaísmo de alguns dos seus elementos, lado a lado com outros datáveis do século XIV.





Fotografias de: João Chambel    -   By: Sony DSC-HX60






"O mosteiro é constituído por uma igreja ao lado da sacristia e, a norte, por três claustros seguidos, sendo cada um circundado, na sua totalidade, por dois andares, assim como também por uma ala a sul. Os claustros, inclusive o mais antigo, possuem, igualmente, dois andares. Os edifícios à volta dos claustros mais recentes possuem três andares. Entre 1998 e 2000 foi descoberto um presumível quarto claustro no lado sul da igreja. Este claustro foi, provavelmente, aplanado na sequência da destruição causada pelo terramoto de 1755 e da grande inundação de 1774. Continue lendo na Wikipédia.