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segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Azulejos do Museu do Azulejo

Azulejos do Museu do Azulejo 





Museu Nacional do Azulejo: A colecção deste museu abrange a produção azulejar da segunda metade do século XV até à actualidade. Além do azulejo, a colecção integra peças de cerâmica, porcelana e faiança dos séculos XIX a XX.


Entrada do museu, entrada floral.







A cozinha do Antigo Convento, com temas em azulejo alusivos. 




 Cada painel, uma obra de arte!





 O sagrado retratado em azulejo.


 Caravela 






 Estas duas peças a cima fazem parte do mesmo painel.


 Cavaleiro guerreiro.


 Santo António, presumo.


 Símbolo Nacional, em azulejo.



Azulejo vinícola. 
Fotografias de: João Chambel


Historia:

Após as intervenções de José Maria Nepomuceno e de Liberato Telles, os edifícios do Convento e Igreja da Madre de Deus foram sendo objecto de inúmeras reparações e alteração dos espaços sempre como parte integrante do Asilo D. Maria Pia. Para o local foram sendo conduzidos e armazenados painéis de azulejo, provenientes de outros locais, que inicialmente se destinavam à decoração do interior do edifício, mas que acabaram por ali permanecer guardados em caixotes. fonte


Mais fotos sobre este museu, aqui e aqui!







A igreja Madre de Deus.

Museu Nacional do Azulejo - Exteriores

Museu Nacional do Azulejo - Exteriores 






O Museu Nacional do Azulejo, em Lisboa, é um dos mais importantes museus de Portugal, pela sua colecção singular, dedicada ao azulejo, expressão artística diferenciadora da cultura portuguesa, e pelo edifício ímpar em que se encontra instalado, o antigo Convento da Madre de Deus, fundado em 1509 pela rainha D. Leonor (1458-1525).


Uma arquitectura simples, mas bela.



 Porta trabalhada, uma peça de arte.


Ornamentos superiores em destaque.






Torre sineiro, parece inacabada.


 Peça de arte, que leva a luz ao interior.



A entrada do Museu.

Fotografias de: João Chambel



Fundado por iniciativa da Rainha D. Leonor (1458-1525), mulher de D. João II e irmã de D. Manuel, o espaço conventual da Madre de Deus começou por ser constituído por algumas casas e horta compradas à viúva de Álvaro da Cunha, no qual se constituiu um núcleo modesto com o objectivo de albergar um pequeno grupo de freiras Franciscanas Descalças da primeira Regra de Santa Clara, recém-chegadas do convento de Jesus em Setúbal. A igreja, espaço fundamental para a comunidade, só mais tarde veio a ser completada. (fonte, Wikipédia)

Com  "Uma igreja toda cosida em ouro"... Veja aqui (clique!)










sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Olhares Perscutam o Horizonte

Olhares que Prescutam o Horizonte









Espelhado...


Olha, quem é aquele que está ali em baixo?


Foge do banho...

Flutuação...


Espelho de água.


A arte xavega e gaivotas que esperam a sua oportunidade.
Fotografias de: João Chambel







quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Fotos do Dia

Fotos do Dia








O céu, o mar... um veleiro a espreitar, a concha no areal, as gaivotas que espreitam a sua oportunidade de petiscar as sobras do pescador no mar.  












Fotografias de: João Chambel








terça-feira, 13 de outubro de 2015

A Torre de Belém ou Baluarte do Restelo

A Torre de Belém ou Baluarte do Restelo






De vigia à entra no Tejo, já viu passar caravelas, galeões, bascos e barquinhos, cruzeiros e muito mais...

A Torre de Belém, é um dos monumentos mais expressivos da cidade de Lisboa. Localiza-se na margem direita do rio Tejo, na freguesia de Belém, onde existiu outrora a praia de Belém. Inicialmente cercada pelas águas em todo o seu perímetro, progressivamente foi envolvida pela praia, até se incorporar hoje à terra firme.

A caravela de pedra...


Caravela, ali ao lado...










Pormenores...





O monumento destaca-se pelo nacionalismo implícito, visto que é todo rodeado por decorações do Brasão de armas de Portugal, incluindo inscrições de cruzes da Ordem de Cristo nas janelas de baluarte; tais características remetem principalmente à arquitectura típica de uma época em que o país era uma potência global (a do início da Idade Moderna).


As janelas...






Classificada como Património Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) desde 1983, foi eleita como uma das Sete Maravilhas de Portugal em 7 de julho de 2007.


Parte da sua beleza reside na decoração exterior, adornada com cordas e nós esculpidos em pedra, galerias abertas, torres de vigia no estilo mourisco e ameias em forma de escudos decoradas com esferas armilares, a cruz da Ordem de Cristo e elementos naturalistas, como um rinoceronte, alusivos às navegações. O interior gótico, por baixo do terraço, que serviu como armaria e prisão, é muito austero.





Fotografias de: João Chambel



Torre de Belém: Originalmente sob a invocação de São Vicente de Saragoça, padroeiro da cidade de Lisboa, designada no século XVI pelo nome de Baluarte de São Vicente a par de Belém e por Baluarte do Restelo, esta fortificação integrava o plano defensivo da barra do rio Tejo projectado à época de João II de Portugal (1481-95).





domingo, 11 de outubro de 2015

Fim de Tarde no Tamariz

Fim de Tarde no Tamariz







As cores do fim de tarde numa praia, num início de Outono. 
A saborear os últimos suspiros do sol, no Tamariz - Estoril.


 Reflexos de cores no mar.

Os chapéus de um tempo de praia que já foi...




Fotografias de: João Chambel  -  Sony DSC-HX60









Repuxos no Casino

Repuxos no Casino do Estoril







Repuxos no jardim do casino do Estoril.



Lá no fundo, o mar.


Congelada no Tempo.
Fotografias de: João Chmabel -  Sony DSC-HX60