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segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Museu dos Coches, Rainha D. Amélia

Museu dos Coches, Rainha D. Amélia






Criado por iniciativa da Rainha D. Amélia de Orleães e Bragança, mulher do rei D. Carlos I, o Museu dos Coches Reais, como então se chamava, foi inaugurado no dia 23 de Maio de 1905.


Hoje está meio vazio, por terem transladado muitos dos coches para o Novo Museu logo ali ao lado (um monte de betão armado sem alma (clique)), deixando para trás um edifício de uma beleza sem igual.


Fachada do Museu 



Nos motivos decorativos utilizados em toda a decoração do tecto e painéis nos topos do salão, predominam elementos ligados à arte equestre.










Pinturas magnificas que são um complemento indispensável aos coches!






Painéis de azulejo, nas laterais do piso superior.


 Insígnias e chaves 



Estribos Reais


 A parte lateral, ficou abandonada depois da debandada dos coches para o museu novo.


 A riqueza do tecto adornado com pinturas de uma beleza inigualável.



Destacam-se no tecto do picadeiro em tela pintada, três grandes medalhões ovais com cenas alegóricas.



O prontuário Analítico...



Várias pinturas da Realeza.



A bela Rainha D. Amélia





Fotografias de: João Chambel - Sony DSC - HX60




Completam a colecção um núcleo de arreios de tiro, arreios de cavalaria, selas, fardamentos de gala, de armaria e acessórios de cortejo setecentistas de que se destaca um conjunto de trombetas da Charamela Real bem como uma galeria de retratos a óleo dos monarcas da Dinastia de Bragança.








Deixo este meu pequeno vídeo, que retrata o museu como está hoje.

Vídeo gravado por uma Sony DSC - HX60, em HD.

terça-feira, 28 de julho de 2015

Parque dos Poetas III - Oeiras

Parque dos Poetas III - Oeiras









Parque dos Poetas, a terceira fase está pronta. Aqui respira-se beleza, silêncio e poesia! 

Implantando em posição dominaste o Templo da Poesia, com uma vista privilegiada sobre o rio Tejo e arredores, num ângulo de quase 360º . Parque e jardim, com várias estátuas de poetas e esculturas variadas, um sítio único para caminhar, relaxar e arrumar as ideias, com uma vista soberba sobre o Rio e Mar.

O Alto do Puxa Feixe oferece uma vista única, no Miradouro do Bugio mas também junto ao Templo da Poesia e ao Labirinto. Aqui é possível desfrutar de uma das imagens mais encantadoras onde Estuário do Tejo e Atlântico se tocam, avistando o Farol do Bugio e uma boa parte da península de Setúbal. Um deleite que convida à reflexão, à busca interior, à expressão mais profunda dos sentimentos, à evocação de sonhos inscritos no limite do horizonte.















 O Templo da Poesia marca o Parque dos Poetas pela arquitectura e localização privilegiada.










Medieval 










Arte, no chão...


Lá no alto, o Templo da Poesia.




Forte de São Lourenço do Bugio
Fotografias de: João Chambel




Uma das construções mais emblemáticas é o Templo da Poesia que promete dar nas vistas: do alto do edifício, obtém-se uma panorâmica privilegiada não só sobre o Parque, mas também de toda a frente de rio, de Lisboa a Cascais e Sintra. Além de permitir ver e ser visto, o novo ícone arquitectónico terá como primeiro ocupante um ilustre vulto da ciência: a exposição sobre Darwin, adquirida pela Câmara de Oeiras à Fundação Gulbenkian.







quarta-feira, 22 de julho de 2015

Chalet da Condessa D'Edla - Interiores

Chalet da Condessa D'Edla - Interiores





Uma beleza por fora, mas não menos belo por dentro. Do conjunto sobressai uma típica varanda que circunda todo o piso superior. Os interiores são ricos e bem trabalhados, com estuques, frescos e embutidos de cortiça e cobre. Cheio de requinte!




Foto em HDR
















Pormenores que imitem a natureza.













Escadarias interiores, com acabamentos lindos e únicos.



Nesta foto um pouco de história...
Fotografias de: João Chambel 




Enquadrado na beleza natural circundante, existe um jardim que se estende atá ao Palácio da Pena. Em particular, de referir a Feteira da Condessa, um dos locais mais exóticos do jardim, onde foram cuidadosamente introduzidos fetos arbóreos da Austrália e da Nova Zelândia de modo a criar um cenário romântico repleto de dramatismo.






Alvo de restauro, depois do incêndio que o deixou bastante deteriorado. 


domingo, 19 de julho de 2015

O Magnífico Chalet da Condessa d' Edla

O Magnífico Chalet da Condessa d' Edla






Na segunda metade do século XIX, D. Fernando II e a sua futura segunda mulher, Elise Hensler, Condessa d’Edla, criaram na zona ocidental do Parque da Pena um Chalet e um Jardim de caráter privado e sensibilidade romântica, espaço de refúgio e recreio do casal.

Localizado de forma estratégica a poente do Palácio da Pena (Sintra), o edifício segue o modelo dos Chalets Alpinos, então em voga na Europa.



O Jardim e Chalet da Condessa d’Edla foram classificados como Imóvel de Interesse Público em 1993, integrando-se na Paisagem Cultural de Sintra, classificada pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade desde 1995.









Casa da entrada principal, onde se vendem os bilhetes.
Fotografias de: João Chambel


Entre 1864 e 1869 foi construído o denominado Chalet da Condessa d’Edla e desenvolvida uma forte intervenção paisagista na área envolvente. Influenciados pelo espírito romântico da época, D. Fernando e Elise Hensler, futura Condessa d’Edla, idealizaram uma das zonas mais idílicas e pitorescas dentro de aquele que é considerado o maior e mais emblemático parque romântico alguma vez concebido em Portugal.