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quinta-feira, 25 de junho de 2015

O Jardim dos Budas

O Jardim dos Budas 




Bacalhôa Buddha Eden. Com cerca de 35 hectares, o jardim foi criado em protesto contra destruição dos Budas Gigantes de Bamyan, naquele que foi um dos maiores actos de barbárie cultural, apagando da memória obras-primas do período tardio da Arte de Gandhara. 



 No lago central é possível observar os peixes KOI, e dragões esculpidos que se erguem da água. 










 A escadaria central é o ponto focal do jardim, onde os Buddha dourados dão calmamente as boas-vindas aos visitantes.






 Dragões esculpidos que se erguem da água. 

 Soldados de terracota pintados à mão, cada um deles único, encontrando-se alguns enterrados, tal como há 2.200 anos. 


Fotografias de: João Chambel


Toda estas belezas se encontram no Bombarral, muito perto da A8, na Quinta dos Loridos, onde se encontra o maior jardim oriental da Europa, o impressionante Bacalhôa Buddha Eden. A visitar, sem dúvida!










domingo, 21 de junho de 2015

“Noites no Palácio Encantado”

“Noites no Palácio Encantado”






Três noites mágicas cheias de luz, realçaram toda a beleza do Palácio Marquês de Pombal de Oeiras. Permitindo Congelar no Tempo essa magia, em fotografia.

Durante três noites a Luz deu vida à História, pontos de iluminação ambiente, projecções multimédia e video, embelezaram o edificado monumental do Palácio do Marquês de Pombal e do seu Jardim em Oeiras, utilizando uma linguagem contemporânea e inovadora.



































Todas as Fotografias de: João Chambel 







O Palácio do Marquês de Pombal ou Palácio do Conde de Oeiras é um solar típico do século XVIII. O monumento, casamento do barroco joanino com a traça pombalina, abre as portas ao público na segunda-feira e é de entrada gratuita no primeiro mês.

O conselheiro do rei D. José I transformou um solar joanino herdado do tio num palácio inspirado no que de mais moderno se fazia na Europa no século XVIII.

O palácio e jardins caracterizam-se por possuírem elementos arquitectónicos e artísticos (estuques, azulejos, estátuas, etc.) raros e de grande beleza. 

Quer saber mais sobre o palácio? Clique, aqui!










Estes meus vídeos, mostram o que foi este espetáculo de luz.


quarta-feira, 17 de junho de 2015

Congeladas nas Areias do Tempo - "Frozen in the Sands of Time"

Congeladas nas Areias do Tempo
Frozen in the Sands of Time







Esquecidas nas areias do Tempo... Outrora uma cidade prospera no meio do deserto da Namíbia, construída propositadamente para a extracção de diamantes, pelos Alemães e continuou em laboração até a guerra rebentar. A pouco e pouco foi ficando abandonada até as reias do deserto começarem a invadir a cidade e consequentemente as próprias casas; ficando assim Congelada no Tempo para a eternidade!

No tempo actual, é muito visitada por turistas, que assim conseguem recuar no tempo (em parte) e desfrutar destas visões Congeladas nas Areias do Tempo...








 Foto de: Michiel

























Lamento não poder dar os créditos aos autores das fotos; também eles perdidos no Tempo...



Kolmanskop, (em Alemão: (kolmannskuppe) é uma cidade-fantasma no deserto da Namíbia construída em 1908, a poucos quilómetros da cidade portuária de Lüderitz. 

A cidade foi habitada por alemães. Sua construção tinha como objectivo a busca por diamantes, e foi abandonada 40 anos depois por causa do esgotamento dos minérios. Em 1920, a cidade abrigava 300 adultos alemães, 40 crianças e 800 trabalhadores nativos. Por ser próxima a um deserto, com o passar dos anos, a areia começou a invadir o lugar. 

Os diamantes, muitas vezes, eram encontrados totalmente expostos na superfície da areia. Isto provocou uma corrida à região, de pessoas provenientes de toda parte do mundo em busca de fortuna fácil. Neste deserto cresceu a elegante cidade de Kolmanskop, com seus chalés em estilo ecléctico, a qual possuía casino, teatro, pista de boliche, matadouro, padaria, água encanada, rede telefónica, piscinas, caminho de ferro e um hospital com a primeira máquina de raio-x do hemisfério sul. 

Hoje em dia, o governo da Namíbia retirou a areia de alguns locais, permitindo a visita de turistas.



Muito proximo existe também Elizabeth Bay, cidade-fantasma na Namíbia, irmã de Kolmanskop. A cidade foi habitada entre 1926 e 1935 graças aos diamantes que também existiam por lá. Actualmente está interdita a visitantes por se pensar que ainda exita diamantes por lá...








Visita guiada a Kolmanskop...

domingo, 7 de junho de 2015

Arte Urbana em Lisboa

Arte Urbana em Lisboa






Arte urbana; espalhada um pouco por toda a cidade de Lisboa, são autênticas obras de arte pintadas por artistas internacionais e alguns nacionais. Prédios abandonados ou para demolição, transformados em telas de larga escala.



Estas duas imagens situam-se muito perto de Santa Apolónia, junto ao rio. 



 Junto à Voz do Operário - Graça




Junto ao CCB em Belém.




Em Alcântara 
Fotografias de: João Chambel