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quarta-feira, 17 de junho de 2015

Congeladas nas Areias do Tempo - "Frozen in the Sands of Time"

Congeladas nas Areias do Tempo
Frozen in the Sands of Time







Esquecidas nas areias do Tempo... Outrora uma cidade prospera no meio do deserto da Namíbia, construída propositadamente para a extracção de diamantes, pelos Alemães e continuou em laboração até a guerra rebentar. A pouco e pouco foi ficando abandonada até as reias do deserto começarem a invadir a cidade e consequentemente as próprias casas; ficando assim Congelada no Tempo para a eternidade!

No tempo actual, é muito visitada por turistas, que assim conseguem recuar no tempo (em parte) e desfrutar destas visões Congeladas nas Areias do Tempo...








 Foto de: Michiel

























Lamento não poder dar os créditos aos autores das fotos; também eles perdidos no Tempo...



Kolmanskop, (em Alemão: (kolmannskuppe) é uma cidade-fantasma no deserto da Namíbia construída em 1908, a poucos quilómetros da cidade portuária de Lüderitz. 

A cidade foi habitada por alemães. Sua construção tinha como objectivo a busca por diamantes, e foi abandonada 40 anos depois por causa do esgotamento dos minérios. Em 1920, a cidade abrigava 300 adultos alemães, 40 crianças e 800 trabalhadores nativos. Por ser próxima a um deserto, com o passar dos anos, a areia começou a invadir o lugar. 

Os diamantes, muitas vezes, eram encontrados totalmente expostos na superfície da areia. Isto provocou uma corrida à região, de pessoas provenientes de toda parte do mundo em busca de fortuna fácil. Neste deserto cresceu a elegante cidade de Kolmanskop, com seus chalés em estilo ecléctico, a qual possuía casino, teatro, pista de boliche, matadouro, padaria, água encanada, rede telefónica, piscinas, caminho de ferro e um hospital com a primeira máquina de raio-x do hemisfério sul. 

Hoje em dia, o governo da Namíbia retirou a areia de alguns locais, permitindo a visita de turistas.



Muito proximo existe também Elizabeth Bay, cidade-fantasma na Namíbia, irmã de Kolmanskop. A cidade foi habitada entre 1926 e 1935 graças aos diamantes que também existiam por lá. Actualmente está interdita a visitantes por se pensar que ainda exita diamantes por lá...








Visita guiada a Kolmanskop...

domingo, 7 de junho de 2015

Arte Urbana em Lisboa

Arte Urbana em Lisboa






Arte urbana; espalhada um pouco por toda a cidade de Lisboa, são autênticas obras de arte pintadas por artistas internacionais e alguns nacionais. Prédios abandonados ou para demolição, transformados em telas de larga escala.



Estas duas imagens situam-se muito perto de Santa Apolónia, junto ao rio. 



 Junto à Voz do Operário - Graça




Junto ao CCB em Belém.




Em Alcântara 
Fotografias de: João Chambel








sábado, 6 de junho de 2015

Volvo Ocean Race - Portugal (2015)

Volvo Ocean Race - Portugal (2015)






Regata Vovo Ocean Race, hoje no rio Tejo em frente à torre de Belém em Lisboa. Regata em águas calmas, mas com uma ajudinha muito boa do sr. vento, que a levou a bom porto; em Pedrouços! 





































A caravela em pedra assiste imponente à Volvo Ocean Race.
Fotografias de: João Chambel






sexta-feira, 5 de junho de 2015

O Castelo Medieval de Silves

O Castelo Medieval de Silves






O castelo mais Islâmico em território Português, situa-se no Algarve!

O Castelo de Silves é um castelo localizado na cidade, freguesia e concelho de Silves, no distrito de Faro, no Algarve, em Portugal.

Em posição dominante sobre a foz do rio Arade, guarnecendo aquele trecho do litoral, constitui-se no maior castelo da região algarvia, sendo considerado como o mais belo exemplo da arquitectura militar islâmica no País.

Quando do terramoto de 1755, a sua estrutura foi severamente danificada.



Muralhas do castelo visto da fabrica do Inglês




A cisterna de água do castelo

Na alcáçova destacam-se ainda, as cisternas:

a principal, de dimensões monumentais, com abóbada apoiada por cinco arcos de volta inteira assentes em colunas quadradas. 

Segundo a tradição, a sua capacidade era suficiente para abastecer a povoação durante todo um ano; e a Cisterna dos Cães, com cerca de 70 metros de profundidade, ao que se crê, aproveitamento um antigo poço de exploração de cobre da época romana.





 Traços arquitectónicos Islâmicos.















A estátua do Rei D. Sancho I, na entrada do Castelo de Silves.






As escavações arqueológicas expuseram as fundações das construções. 













Fotografias de: João Chambel



A fortificação ocupa uma área de cerca de 12.000 m², constituindo-se em um típico exemplar da arquitectura militar islâmica, erguido com o emprego de taipa, revestida com grés (arenito), material abundante na região e que lhe confere uma tonalidade avermelhada.


A fortificação islâmica ordenava dois grandes espaços:

a alcáçova, em posição dominante na cota mais alta do terreno, com muralhas ameadas, percorridas no topo por adarve, reforçadas onze torres de planta quadrangular, duas das quais albarrãs, comunicando-se com as duas por uma passagem elevada em arco; e a almedina, ligada à alcáçova através de uma porta protegida por duas poderosas torres. A sua muralha envolve a povoação, sendo rasgada por três portas, das quais apenas a Porta de Loulé nos chegou. Esta porta apresenta um passadiço duplo, com arcos de volta perfeita, protegido por uma torre albarrã. 

Acredita-se que a sua estrutura inferior seria em cotovelo. Esta torre tem no seu interior duas salas e anexos onde, durante séculos, esteve instalada a Câmara Municipal e, desde 1983, os serviços da Biblioteca Municipal. É acedida por uma escada exterior, construída posteriormente, e pelos dois passadiços originais, no topo. Junto a ela foram encontrados os vestígios do chamado "Palácio das Varandas", durante trabalhos arqueológicos de escavação de sondagem, coordenados por Rosa Varela Gomes.

Quatro das torres, modificadas quando dos trabalhos de reconstrução promovidos no século XIV ou XV, apresentam portas em estilo gótico, salas abobadadas e pedras com as marcas dos pedreiros que as levantaram. Fonte, Wikipédia