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quarta-feira, 20 de maio de 2015

Visões de Havana - Cuba

Visões de Havana - Cuba







Havana, uma cidade de enorme beleza arquitectónica, parcialmente parada no "Tempo" pelo embargo económico. Hoje ainda podemos ver muitos carros dos anos 50/60 a circular, e sem a construção desenfreada que vemos nas cidades dos países mais desenvolvidos economicamente falando.

Havana, para quem gosta de viajar é um paraíso parado no tempo, é como recuar no tempo e espreitar como era viver umas décadas atrás, com um povo muito amável e acolhedor. 


Havana tem uma dívida de arquitectura pelas arcadas rítmicas que foram construídas em sua maioria pelos imigrantes espanhóis. Muitos pátios interiores permanecem similares aos planos de Sevilha, Cádis e Granada. O Neoclassicismo afectou todos os novos edifícios havaneses e pode ver-se um pouco por toda a cidade. Introduziram-se muitos benefícios urbanos nessa altura, como o gás canalizado, a iluminação pública em 1848 e o caminho-de-ferro em 1837. 


Na segunda metade do século XVIII, o açúcar e a produção de café aumentaram rapidamente e tornaram-se essenciais no desenvolvimento do estilo arquitectónico mais proeminente de Havana. Muitos havaneses endinheirados encontraram inspiração no estilo francês; tal pode ver-se nos interiores de casas da classe alta como o Palácio de Aldama, construído em 1844. Este é considerado o edifício residencial neoclássico mais importante em Cuba e representa o plano de muitas casas deste período com os portais neoclássicos. fonte

























Imagens de: Milosh Kitchovitch


Cuba, oficialmente República de Cuba, é um país insular localizado no mar do Caribe. O arquipélago cubano consiste na ilha principal de Cuba, além da Ilha da Juventude e de várias ilhas menores.

Cuba é o lar de mais de 11 milhões de pessoas e é a nação-ilha mais populosa do Caribe. Seu povo, sua cultura e seus costumes foram formados a partir de fontes diversas, tais como os povos taínos e ciboneys, o período em que foi uma colónia do Império Espanhol, a introdução de escravos africanos e a sua proximidade com os Estados Unidos.








Recorded April 2015 in 4K (Ultra HD) with Sony AX100. Edited with Adobe Premiere Pro CC.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Pompeia: A Cidade Congelada no Tempo

Pompeia: A Cidade Congelada no Tempo






Congelar o Tempo...  Há quem diga que não é possível congelar o tempo, mas isso não é inteiramente verdade. Uma das formas possíveis é através da fotografia, capturar em uma fracção se segundo, uma determinada sena, paisagem, um qualquer evento, assim fica congelado para a eternidade.

Uma outra forma de Congelar o Tempo, é tal e qual o que aconteceu em Pompeia; um vulcão expelindo as suas cinzas incandescentes (como o de Vesúvio), subterra uma cidade inteira, deixando-a praticamente como estava no momento antes da erupção vulcânica. 
Corpos "congelados" para a eternidade, sem tempo de reacção ficaram na mesma posição em que estavam, envoltos por cinzas incandescentes.

O resultado foi uma série de formas lúgubres e extremamente fiéis dos habitantes de Pompeia incapazes de escapar, preservados em seu último instante de vida, alguns com uma expressão de terror claramente visível.



Sem dúvida  Pompeia  é um dos lugares mais visitados da Itália com 2 milhões de turistas por ano. 





 Muito do que sabemos hoje em dia sobre os romanos é graças a descoberta de Pompeia que foi enterrada por seis metros de cinzas do vulcão Vesúvio.






No ano de 79 depois de Cristo foi quando tudo aconteceu, muito da cidade ainda estava se recuperando do terremoto no ano de 62.    






Estas parecem imagens tiradas de um filme de terror, mas não; são imagem que retractam a realidade do que aconteceu em Pompeia!






Dá arrepios, só de ver e imaginar o que estas pessoas poderão ter sentido; se é que tiveram tempo de sentir alguma coisa... 


Corpos nas posições em que foram encontrados... dá para perceber que não tiveram tempo de reacção.




O governo Italiano tentou proibir a construção nas áreas de risco, até indemnizou famílias mas de nada adiantou. Muitas pegaram o dinheiro e alugaram a propriedade para outros e depois de um tempo até voltaram a morar ali. 

Actualmente este é o cenário que se vê em baixo; há espera de uma nova catástrofe que venha subterrar a cidade novamente... É uma questão de tempo!
 Autores desconhecidos...



Na época da erupção, a cidade tinha aproximadamente 20,000 habitantes, estando localizada na região onde os romanos mantinham suas vilas de férias. Os moradores já haviam se habituado a tremores de terra de pequena intensidade, mas, em 5 de Fevereiro de 62, um grave sismo provocou danos consideráveis na baía e particularmente em Pompeia. Acredita-se que o terremoto tenha atingido uma intensidade de 5 ou 6 na escala Richter, provocando caos na cidade, então em festividades. Templos, casas e pontes foram destruídos, e as cidades vizinhas de Herculano e Nuceria foram também afectadas. Não se sabe quantas pessoas deixaram Pompeia, mas um número expressivo mudou-se para outros territórios do Império Romano, enquanto as remanescentes deram início à árdua tarefa de superar os saques, fome e destruição, enquanto tentavam reconstruir a cidade.

Pesquisas recentes tentam estabelecer quais estruturas estavam sendo reconstruídas na época da erupção. Algumas das pinturas mais antigas e danificadas podem ter sido cobertas por novas, e instrumentos modernos são utilizados para desencobrir os afrescos ocultos. Especula-se que a razão de as reformas persistirem dezassete anos depois do sismo foi o aumento da frequência de pequenos terremotos, que por sua vez levaram à erupção. fonte, Wikipédia







terça-feira, 12 de maio de 2015

Sintra... O Parque da Liberdade

Sintra... O Parque da Liberdade






Parque da Liberdade, em Sintra. Uma imensidão verde, junto ao Palácio Nacional de Sintra, um jardim que vale a pena visitar, caminhar por entre o verde das árvores e plantas florais.




























Palácio de Sintra


Reflexos 
Fotografias de: João chambel





Parque da Liberdade...

O Parque da Liberdade, localizado em plena Vila de Sintra, é um dos parques mais visitados na região e é, desde 1937, um dos espaços de convívio preferido por parte dos sintrenses e daqueles que o visitam. Com uma imponente entrada, declaradamente romântica, o Parque conta com uma enorme variedade de plantas, flores e árvores, e inúmeros recantos misteriosos de invulgar beleza natural, convidando o visitante a agradáveis passeios. De destacar ainda as actividades de dinamização para os mais novos, as zonas de merendas, os bares, o ringue de patinagem, o court ténis, e várias fontes e lagos. Entre um passeio pela Volta do Duche e uma queijada no centro da Vila de Sintra, aventure-se pelos desafios que o Parque da Liberdade oferece.







sábado, 9 de maio de 2015

Casa Carlos Relvas, o Fotógrafo

Casa Carlos Relvas, o Fotógrafo






Casa de Carlos Relvas, um dos maiores fotógrafos do século XIX em Portugal, reconhecido no estrangeiro.  
Carlos Augusto Mascarenhas Relvas de Campos, cujo o seu maior passatempo era fotografar. A sua casa estúdio é hoje um museu bem conservado, situado na Golegã.





Casado em primeiras núpcias com D. Margarida Amália Mendes de Azevedo e Vasconcelos. Deste casamento teve quatro filhos, entre os quais se destacou como figura pública o político republicano José Relvas.






Arquitectura ímpar 











Junto à casa Relvas, o tribunal


Igreja, na Golegã
Fotografias de: João Chambel


A Casa-Estúdio que Carlos Relvas mandou construir em 1872 na sua propriedade da Golegã, Ribatejo, é hoje única no mundo. Último representante dos estúdios de fotografia que se fizeram por toda a Europa na segunda metade do séc. XIX, distingue-se pela grande dimensão e pela excelência das condições para fotografar - este edifício foi, desde o primeiro momento, objecto de Estudo para os seus contemporâneos Europeus e Norte-Americanos. Carlos Relvas, o brilhante encomendador da Obra, foi também um fotógrafo internacionalmente reconhecido e premiado.








Visita guiada à casa museu Carlos Relvas.