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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

As Flores, do Meu Encanto...

As Flores, do Meu Encanto...





O tempo é algo que não volta p´ra trás.
Por isso plante seu jardim e decore sua alma,
Ao invés de esperar que alguém lhe traga flores...

A rosa vermelha...
















 Trepadeiras azuis 


 Dente de Leão


 Fotografias de: João Chambel



A Flor do Sonho

A Flor do Sonho, alvíssima, divina, 
Miraculosamente abriu em mim, 
Como se uma magnólia de cetim 
Fosse florir num muro todo em ruína. 

Pende em meu seio a haste branda e fina 
E não posso entender como é que, enfim, 
Essa tão rara flor abriu assim! ... 
Milagre ... fantasia ... ou, talvez, sina ... 

Ó Flor que em mim nasceste sem abrolhos, 
Que tem que sejam tristes os meus olhos 
Se eles são tristes pelo amor de ti?! ... 

Desde que em mim nasceste em noite calma, 
Voou ao longe a asa da minha’alma 
E nunca, nunca mais eu me entendi ... 





sábado, 31 de janeiro de 2015

Mosteiro da Batalha

Mosteiro da Batalha






O Mosteiro de Santa Maria da Vitória (ou Mosteiro da Batalha) é o monumento mais significativo do Gótico no espaço português. A esta importância arquitectónica, corresponde também, até certo ponto, a da escultura, quer a nível da imaginária e da escultura decorativa, quer, sobretudo, a nível da sua tumulária.



O imponente mosteiro da Batalha.


Jardim no interior...


















Arte arquitectónica que hoje já não se faz, com esta beleza ímpar.   








Túmulos dentro do mosteiro.  







Fotos de: João Chambel


Aqui, tem mais fotos do Mosteiro!

O primeiro mestre do Mosteiro, Afonso Domingues, começa por dar-lhe um sentido mais simples com o Gótico Radiante, mas depois, Huguet, introduz o Gótico Flamejante, mais rico, como se pode notar na Capela do Fundador e na Fachada Principal do Mosteiro. Usam-se, muitas vezes, grandes aberturas nas paredes, propostas que também não eram normais na arquitectura portuguesa, assim como elementos que acentuam a adopção de técnicas aprendidas no estrangeiro adoptadas ao contexto português.

As abóbadas são mais leves. O estilo é de linhas verticais com arcos quebrados, gabletes, pináculos,
etc. 





segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Visões Suíças II

Visões Suíças II 




O queijo suíço, o chocolate e os seus relógios, são das coisas mais conhecidas da Suiça, mas as suas paisagens de montanha e prados são parte de um paraíso plantado nos Pirenéus Alpinos. 


































 (Fotos de Autor desconhecido)





sábado, 24 de janeiro de 2015

Panteão Nacional ou Igreja da Santa Engrácia

Panteão Nacional ou Igreja da Santa Engrácia




O Panteão Nacional de Portugal está instalado em Lisboa, na Igreja de Santa Engrácia.

Criado por Decreto de 26 de Setembro de 1836, o Panteão Nacional destina-se a homenagear e a perpetuar a memória dos cidadãos portugueses que se distinguiram por serviços prestados ao País, no exercício de altos cargos públicos, altos serviços militares, na expansão da cultura portuguesa, na criação literária, científica e artística ou na defesa dos valores da civilização, em prol da dignificação da pessoa humana e da causa da liberdade. Fonte


















Com uma arquitectura ímpar 


 O nome de "Santa Engrácia", provem da morosidade da sua construção.



De uma beleza enorme...




 Fotografias de: João Chambel


Um monumento com historia... 


O actual templo situa-se no local de uma igreja erguida em 1568, por determinação da Infanta D. Maria, filha de D. Manuel I, para receber o relicário da virgem mártir Engrácia de Saragoça e por ocasião da criação da freguesia de Santa Engrácia. Essa antiga igreja fora construída no local de um templo de meados do século XII mas foi severamente danificada por um temporal no ano de 1681. A primeira pedra do actual edifício é lançada no ano seguinte, em 1682. As obras perduraram tanto tempo que deram azo à expressão popular "obras de Santa Engrácia" para designar algo que nunca mais acaba. A igreja só foi concluída em 1966, 284 anos após o seu início, por determinação expressa do governo da época, após avanços e recuos na sua construção e até ter servido de armazém de armamento do Arsenal do Exército e de fábrica de sapatos nos séculos XIX e XX. Fonte


Um pouco da História do Panteão Nacional - Lisboa - Portugal

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Arco Íris

Arco Íris






As cores do arco íris; alguém já tentou se aproximar para as contar, mas de tão maravilhado que ficou se esqueceu de quantas por lá contou.



















Fotografias de: João Chambel