Já algum tempo que não publico fotografias e para compensar (falta de tempo), hoje deixo-vos estes belíssimos vitrais da igreja do Mosteiro dos Jerónimos. Espero que gostem...
Fotografias de: João Chambel - By: Sony DSC-HX60
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Interiores do mosteiro dos Jerónimos. Uma beleza a descobrir, em cada canto, coluna, arcos, arcadas, janelas, portas, tectos. A arte esculpida na pedra está por todo o lado!
A arte esculpida está por todo o lado.
Arcos e arcadas.
Em cima tecto da igreja, em baixo a igreja na sua plenitude.
Visões do alto do Padrão dos Descobrimentos (ou Padrão dos Descobrimentos; ou Monumento aos Navegantes), sobre Belém, rio Tejo, Lisboa e arredores. Uma visão privilegiada de 360.º sobre uma zona rica em monumentos, como os Jerónimos, e a visão única sobre o rio Tejo e ponte 25 de Abril (ou ponte de Salazar). A visitar, sem duvida!
Vista magnifica sobre o Mosteiro dos Jerónimos.
Rosa-dos-ventos vista a partir do topo do monumento.
Padrão dos Descobrimentos.
Forte de São Lourenço do Bugio, no meio do Rio Tejo.
O Monumento aos Descobrimentos (ou Padrão dos Descobrimentos; ou Monumento aos Navegantes) localiza-se na freguesia de Belém, na cidade e Distrito de Lisboa, em Portugal.
Em posição destacada na margem direita do rio Tejo, o monumento original, em materiais perecíveis, foi erguido em 1940 por ocasião da Exposição do Mundo Português para homenagear as figuras históricas envolvidas nos Descobrimentos portugueses; a réplica actual é posterior, tendo sido inaugurada em 1960. (aqui, mais sobre o assunto)
Congeladas no Tempo... Repuxo da fonte luminosa congelado para a eternidade, em fotografia. Estas são visões do jardim em frente ao Mosteiro dos Jerónimos, com este sobressaindo por entre o repuxo da fonte luminosa, mostrando toda a sua beleza.
Em 1496, antes da descoberta do caminho marítimo para a Índia por Vasco da Gama, D. Manuel I fez um pedido à Santa Sé para que lhe fosse concedida autorização para se erigir um grande mosteiro no lugar da velha ermida da Ordem de Cristo à entrada de Lisboa, junto às margens do Tejo. Os trabalhos de construção tiveram início a 6 de Janeiro de 1501 ou 1502 (desconhece-se o ano exacto), depois de terminada a viagem de Vasco da Gama, e puderam ser custeados pelo rei com verbas provenientes do comércio com o Oriente. Em 1518 D. Manuel decidiu, em testamento, transformá-lo no seu próprio panteão, amplificando "o carácter excepcional da monarquia e da linhagem que com ele nascera, como ramo da dinastia de Avis. Mas quis distingui-la através de uma obra sumptuosa, que estivesse de acordo com os princípios da propaganda régia e da glorificação de um reino, que se confundia com a sua pessoa". fonte