Abandonadas nas areias do tempo, no esquecimento imemoriais. Património de outros tempos em São Domingos de Rana, num concelho que tão mal trata as suas antiguidades de património, Cascais.
Esquecidas na memoria dos tempos, mas, ocupadas pela natureza, que reclama o que os homens abandonam.
Fontanário com Azulejaria dos Descobrimentos Portugueses
Semi abandonado, junto à marginal, junto ao Rio Tejo, onde diáriamente passa milhares de pessoas apressados para o seu trabalho e, nem se dão conta de tão riquíssimo património existente, logo ali ao lado.
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Trata-se de um fontanário com magníficos painéis de azulejos alusivos ao descobrimentos Portugueses. Mas, lamentavelmente está praticamente ao abandono... é assim que se trata o património por cá!
Plantados normalmente em pontos altos, para assim maximizarem a força do vento. Outrora muito utilizados para a moagem dos cereais, como o milho e trigo, obtendo assim o produto final, a farinha.
Moinhos de vento... Um moinho de vento, em sentido restrito, é um moinho que usa as hélices como elemento de captação e conversão da energia eólica para outro tipo de energia apropriada para movimentar outros mecanismos.
No alto de Belém.
Moinho Alentejano
Moinhos de Sesimbra.
Torres Vedras, Sul
Em andamento, ligeiramente desfocado.
Em Silves.
Fotografias de: João Chambel
O moinho de vento tipo mediterrânico, grupo ao qual pertence a maioria dos moinhos de vento portugueses, tomou uma forma particular, distinta da do norte da Europa. De menor dimensão, são, geralmente, compostos por uma estrutura cilíndrica construída em pedra, com cúpula cónica de madeira (denominada capelo) e um número variável de velas de pano cuja origem se pode associar ao velame das embarcações. fonte
Congeladas nas Areias do Tempo Frozen in the Sands of Time
Esquecidas nas areias do Tempo... Outrora uma cidade prospera no meio do deserto da Namíbia, construída propositadamente para a extracção de diamantes, pelos Alemães e continuou em laboração até a guerra rebentar. A pouco e pouco foi ficando abandonada até as reias do deserto começarem a invadir a cidade e consequentemente as próprias casas; ficando assim Congelada no Tempo para a eternidade!
No tempo actual, é muito visitada por turistas, que assim conseguem recuar no tempo (em parte) e desfrutar destas visões Congeladas nas Areias do Tempo...
Foto de: Michiel
Lamento não poder dar os créditos aos autores das fotos; também eles perdidos no Tempo...
Kolmanskop, (em Alemão: (kolmannskuppe) é uma cidade-fantasma no deserto da Namíbia construída em 1908, a poucos quilómetros da cidade portuária de Lüderitz.
A cidade foi habitada por alemães. Sua construção tinha como objectivo a busca por diamantes, e foi abandonada 40 anos depois por causa do esgotamento dos minérios. Em 1920, a cidade abrigava 300 adultos alemães, 40 crianças e 800 trabalhadores nativos. Por ser próxima a um deserto, com o passar dos anos, a areia começou a invadir o lugar.
Os diamantes, muitas vezes, eram encontrados totalmente expostos na superfície da areia. Isto provocou uma corrida à região, de pessoas provenientes de toda parte do mundo em busca de fortuna fácil. Neste deserto cresceu a elegante cidade de Kolmanskop, com seus chalés em estilo ecléctico, a qual possuía casino, teatro, pista de boliche, matadouro, padaria, água encanada, rede telefónica, piscinas, caminho de ferro e um hospital com a primeira máquina de raio-x do hemisfério sul.
Hoje em dia, o governo da Namíbia retirou a areia de alguns locais, permitindo a visita de turistas.
Muito proximo existe também Elizabeth Bay, cidade-fantasma na Namíbia, irmã de Kolmanskop. A cidade foi habitada entre 1926 e 1935 graças aos diamantes que também existiam por lá. Actualmente está interdita a visitantes por se pensar que ainda exita diamantes por lá...
Edifício completamente abandonado. no Estoril, de uma beleza ímpar, arquitectura magnifica... mas, ninguém o salva do abandono a que está votado. Nem estado, nem a Câmara Municipal de Cascais, reabilita as Cocheiras de Santos Jorge.