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sexta-feira, 24 de junho de 2016

Aves no Tejo

Aves no Tejo




Um passeio junto ao Tejo, um olhar de quem passa, de quem fica... observados pelas aves que voam e também das que ficam no seu pouso, observando quem passa!

Numa tarde no parque Expo, junto ao Tejo, que nunca para de de correr para o mar. 











O pardal de telhado.

Olá... 


Fotografias de: João Chambel By, Sony DSC-HX60





terça-feira, 21 de junho de 2016

A Torre de Belém

Torre de Belém





Sempre de vigia sobre o Tejo. Antes ara a "caravela de Pedra" carregada de canhões sempre prontos a disparar para quem por ela se atrevesse a passar, sem ordem suprema. Hoje é uma atracção turística das mais visitadas de Lisboa e Portugal.



Designada no século XVI pelo nome de Baluarte de São Vicente a par de Belém e por Baluarte do Restelo, esta fortificação integrava o plano defensivo da barra do rio Tejo projectado à época de João II de Portugal (1481-95).

As aves vigiam a Caravela de pedra. 








Erguer a ponte...


A fila é constante e, neste dia era muito pequenina.


Visto lá do alto.




Fotografias de: João Chambel By, Sony DSC-HX60


Este monumento destaca-se pelo nacionalismo implícito, visto que é todo rodeado por decorações do Brasão de armas de Portugal, incluindo inscrições de cruzes da Ordem de Cristo nas janelas de baluarte; tais características remetem principalmente à arquitectura típica de uma época em que o país era uma potência global (a do início da Idade Moderna).

Classificada como Património Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) desde 1983, foi eleita como uma das Sete Maravilhas de Portugal em 7 de Julho de 2007. fonte






sábado, 11 de junho de 2016

Adrenalina

Adrenalina








Pura diversão dirão uns, loucura dirão outros.


Sensações fortes...




Quase de pernas para o ar...


Pois é, quem tem medo fica em terra! 

De loucos, mesmo!


É adrenalina.
Fotografias de: João Chambel By, Sony DSC-HX60










sábado, 4 de junho de 2016

Palácio da Pena e seus Pormenores

Palácio da Pena e seus Requintados Pormenores...







Beleza, requinte arquitectónico e uma vista deslumbrante em redor, no topo da Serra de Sintra; o magnífico Palácio da Pena ou Castelo da Pena, como muitas vezes é conhecido.

Torre do relógio, em destaque. 



A entrada






















A parede onde se abre a porta que antecede a pequena ponte levadiça, tem uma decoração inteiramente semelhante à da fachada da Casa dos Bicos, em Lisboa.



A vigia e o mar em fundo...


O brasão de armas do Rei D. Fernado II




Pormenores com requinte.

Pormenor de uma das janelas.





No topo, uma pausa para o café e recuperar forças.




Pormenores florais.






Fotografias de: João Chambel







quarta-feira, 25 de maio de 2016

Palácio da Pena - Sintra

Palácio da Pena - Sintra






O Palácio da Pena são o expoente máximo, em Portugal, do Romantismo do século XIX. Constituem o mais importante pólo da paisagem Cultural de Sintra - Património Mundial. Em 1503 era Mosteiro de Nossa Senhora da Pena, que fora doado `Ordem de S. Jerónimo, por D. Manuel I. 

Terraço das Rainhas, lá em cima. Nas traseiras as torres...


A entrada para o Palácio, cheia de turistas às 10 da manhã.


Fachada, com destaque para a guarita de vigia. 


Pórtico da entrada do lado direito, com fachada de azulejos em fundo.


Pórtico da entrada.


Pormenor da torre de vigia, do lado poente.


Mais de perto...




Pormenor das torres centrais, onde se encontra o Tritão. 

Requinte e beleza arquitectónica. 
Com pormenor da meia lua no cimo das torres.


Guarita de vigia frontal.


Fachada do pórtico da criação do mundo.

Mais em baixo, o Tritão, figura meio homem meio peixe.
Fotografias de: João Chambel By, Sony DSC-HX60


O Pórtico do Tritão é um dos mais enigmáticos elementos arquitectónicos do Palácio da Pena. Denominado “Pórtico Alegórico da criação do Mundo” logo no século XIX, dele destaca-se o Tritão, um monstro mitológico meio homem, meio peixe. 



A descodificação deste pórtico tem dado origem a diversas teorias, muitas delas sem fundamento. Muito provavelmente D. Fernando procedeu, na concepção deste pórtico, do mesmo modo que em relação a quase todas as artes decorativas no Palácio da Pena: foi recuperar elementos da cultura portuguesa. E há duas possíveis origens para este Tritão, ambas literárias. Uma é a obra de Damião de Góis de 1554, onde é mencionado um Tritão que tinha sido avistado a cantar com uma concha numa praia perto de Colares. Mas também Luís de Camões menciona um Tritão no Canto IV dos Lusíadas, cuja descrição lembra o monstro da Pena:

“Era mancebo grande, negro e feio, (…)
Os cabelos da barba e os que descem
Da cabeça nos ombros, todos eram
Uns limos prenhes d’água, e bem parecem
Que nunca brando pente conheceram”.

Veja mais fotos do palácio, aqui! 

Palácio da Pena, fachada principal - Sintra 2016