Um passeio junto ao Tejo, um olhar de quem passa, de quem fica... observados pelas aves que voam e também das que ficam no seu pouso, observando quem passa!
Numa tarde no parque Expo, junto ao Tejo, que nunca para de de correr para o mar.
Sempre de vigia sobre o Tejo. Antes ara a "caravela de Pedra" carregada de canhões sempre prontos a disparar para quem por ela se atrevesse a passar, sem ordem suprema. Hoje é uma atracção turística das mais visitadas de Lisboa e Portugal.
Designada no século XVI pelo nome de Baluarte de São Vicente a par de Belém e por Baluarte do Restelo, esta fortificação integrava o plano defensivo da barra do rio Tejo projectado à época de João II de Portugal (1481-95).
As aves vigiam a Caravela de pedra.
Erguer a ponte...
A fila é constante e, neste dia era muito pequenina.
Visto lá do alto.
Fotografias de: João Chambel - By, Sony DSC-HX60
Este monumento destaca-se pelo nacionalismo implícito, visto que é todo rodeado por decorações do Brasão de armas de Portugal, incluindo inscrições de cruzes da Ordem de Cristo nas janelas de baluarte; tais características remetem principalmente à arquitectura típica de uma época em que o país era uma potência global (a do início da Idade Moderna).
Beleza, requinte arquitectónico e uma vista deslumbrante em redor, no topo da Serra de Sintra; o magnífico Palácio da Pena ou Castelo da Pena, como muitas vezes é conhecido.
Torre do relógio, em destaque.
A entrada
A parede onde se abre a porta que antecede a pequena ponte levadiça, tem uma decoração inteiramente semelhante à da fachada da Casa dos Bicos, em Lisboa.
A vigia e o mar em fundo...
O brasão de armas do Rei D. Fernado II
Pormenores com requinte.
Pormenor de uma das janelas.
No topo, uma pausa para o café e recuperar forças.
O Palácio da Pena são o expoente máximo, em Portugal, do Romantismo do século XIX. Constituem o mais importante pólo da paisagem Cultural de Sintra - Património Mundial. Em 1503 era Mosteiro de Nossa Senhora da Pena, que fora doado `Ordem de S. Jerónimo, por D. Manuel I.
Terraço das Rainhas, lá em cima. Nas traseiras as torres...
A entrada para o Palácio, cheia de turistas às 10 da manhã.
Fachada, com destaque para a guarita de vigia.
Pórtico da entrada do lado direito, com fachada de azulejos em fundo.
Pórtico da entrada.
Pormenor da torre de vigia, do lado poente.
Mais de perto...
Pormenor das torres centrais, onde se encontra o Tritão.
Requinte e beleza arquitectónica.
Com pormenor da meia lua no cimo das torres.
Guarita de vigia frontal.
Fachada do pórtico da criação do mundo.
Mais em baixo, o Tritão, figura meio homem meio peixe.
Fotografias de: João Chambel - By, Sony DSC-HX60
O Pórtico do Tritão é um dos mais enigmáticos elementos arquitectónicos do Palácio da Pena. Denominado “Pórtico Alegórico da criação do Mundo” logo no século XIX, dele destaca-se o Tritão, um monstro mitológico meio homem, meio peixe.
A descodificação deste pórtico tem dado origem a diversas teorias, muitas delas sem fundamento. Muito provavelmente D. Fernando procedeu, na concepção deste pórtico, do mesmo modo que em relação a quase todas as artes decorativas no Palácio da Pena: foi recuperar elementos da cultura portuguesa. E há duas possíveis origens para este Tritão, ambas literárias. Uma é a obra de Damião de Góis de 1554, onde é mencionado um Tritão que tinha sido avistado a cantar com uma concha numa praia perto de Colares. Mas também Luís de Camões menciona um Tritão no Canto IV dos Lusíadas, cuja descrição lembra o monstro da Pena: