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sábado, 19 de março de 2016

Bolhas Coloridas

Bolhas Coloridas 






Bolhas coloridas voadoras... "Congeladas no Tempo", assim ficaram estas obras de arte, feitas pelo homem fazedor de bolhas de água com sabão. Hoje, numa tarde cheia de sol junto ao Oceanário de Lisboa.

Congelada no Tempo!

A criançada adora...



Bolhas voadoras...

Oceanário, logo ali ao lado...

O voo da liberdade.






Bolha com surpresa, amplie!

Elas vão subir à Lua.


O voo da Sterna paradisaea ou andorinha do mar.
Fotografias de: João Chambel By, Sony DSC-HX60






Uma visita guiada pelo Parque das Nações.


segunda-feira, 14 de março de 2016

A Primavera Está a Chegar

A Primavera Está a Chegar






A cada dia que passa mais forte é a sua presença, nos jardins, nos parques e campos, as flores desabrocham por todo o lado. A Primavera está a chegar! 

No Parque dos poetas, em Oeiras.



Abelhas e zangões, no seu trabalho...












Fotografias de: João Chambel By, Sony DSC-HX60




domingo, 6 de março de 2016

Natureza Flora e Fauna

Natureza Flora e Fauna, num Parque








A fera


Peixes


Nenúfar 





Todos os patinhos, sabem bem nadar...

Fotografias de: João Chambel  By, Sony DSC-HX60








sábado, 27 de fevereiro de 2016

Arte Tumulária de Alcobaça

Arte Tumulária de Alcobaça






Os túmulos de D. Pedro I e de D. Inês de Castro encontram-se no Mosteiro de Alcobaça. São duas verdadeiras obras-primas da escultura gótica em Portugal, cuja construção se situa entre 1358 e 1367 e de autoria desconhecida.

D. Pedro sobe ao trono em 1357 e uma das suas primeiras medidas foi mandar coroar Inês de Castro sua rainha (post mortem) e construir um túmulo majestoso. Em 1360, acabado o túmulo, D. Pedro I ordenou que o colocassem no braço sul do transepto do Mosteiro de Alcobaça e em seguida que trasladassem para lá o corpo de D. Inês.. D. Pedro I mandou construir um túmulo semelhante para si próprio, sendo colocado lado a lado esquerdo do de D. Inês. O rei morre em 1367 indo repousar, nessa altura, ao lado da sua amada. (aqui)





Inês de Castro está representada com a expressão tranquila, rodeada por anjos e coroada de rainha. A mão direita toca na ponta do colar que lhe cai do peito e a mão esquerda, enluvada, segura a outra luva.


Os temas representados no túmulo são: nos frontais, a Infância de Cristo e a Paixão de Cristo e, nos faciais, o Calvário e o Juízo Final.




Túmulo de D. Inês de Castro (Mosteiro de Alcobaça)


Túmulo de D. Inês de Castro






Túmulo de D. Inês de Castro (Mosteiro de Alcobaça)





Túmulo de D. Pedro I (Mosteiro de Alcobaça)



D. Pedro I está representado também com a expressão tranquila, coroado e rodeado por anjos. Segura o punho da espada na mão direita, enquanto com a esquerda agarra a bainha.

Túmulo de D. Pedro I (Mosteiro de Alcobaça)



Túmulo de D. Pedro I





Nas faces do túmulos estão representadas: nos frontais, a Infância de S. Bartolomeu e o Martírio de S. Bartolomeu e, nos faciais, a Roda da Vida e a Roda da Fortuna e ainda a Boa Morte de D. Pedro.

Rosácea do túmulo de D. Pedro I - Roda da Vida e Roda da Fortuna
 (Mosteiro de Alcobaça)

Neste túmulo destaca-se o facial da cabeceira onde está representada a Roda da Vida e a Roda da Fortuna. Image: A Roda da Vida possui 12 edículas com os momentos da vida amorosa e trágica de D. Pedro e de D. Inês. 

 Fotografias de: João Chambel - By, Sony DSC-HX60










Alcobaça - Arte Tumulária


sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Olhares Florais

Olhares Florais





Quando vier a Primavera, 
Se eu já estiver morto, 
As flores florirão da mesma maneira 
E as árvores não serão menos verdes que na Primavera passada. 
A realidade não precisa de mim. 

(poema tem continuação, mais abaixo)


Zangão polinizador...




A natureza brinda-nos com a sua beleza.













Fotografias de: João Chambel  - By, Sony DSC-HX60








Sinto uma alegria enorme 
Ao pensar que a minha morte não tem importância nenhuma 

Se soubesse que amanhã morria 
E a Primavera era depois de amanhã, 
Morreria contente, porque ela era depois de amanhã. 
Se esse é o seu tempo, quando havia ela de vir senão no seu tempo? 
Gosto que tudo seja real e que tudo esteja certo; 
E gosto porque assim seria, mesmo que eu não gostasse. 
Por isso, se morrer agora, morro contente, 
Porque tudo é real e tudo está certo. 

Podem rezar latim sobre o meu caixão, se quiserem. 
Se quiserem, podem dançar e cantar à roda dele. 
Não tenho preferências para quando já não puder ter preferências. 
O que for, quando for, é que será o que é. 


Alberto Caeiro, in "Poemas Inconjuntos" 
Heterónimo de Fernando Pessoa