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segunda-feira, 14 de março de 2016

A Primavera Está a Chegar

A Primavera Está a Chegar






A cada dia que passa mais forte é a sua presença, nos jardins, nos parques e campos, as flores desabrocham por todo o lado. A Primavera está a chegar! 

No Parque dos poetas, em Oeiras.



Abelhas e zangões, no seu trabalho...












Fotografias de: João Chambel By, Sony DSC-HX60




domingo, 6 de março de 2016

Natureza Flora e Fauna

Natureza Flora e Fauna, num Parque








A fera


Peixes


Nenúfar 





Todos os patinhos, sabem bem nadar...

Fotografias de: João Chambel  By, Sony DSC-HX60








sábado, 27 de fevereiro de 2016

Arte Tumulária de Alcobaça

Arte Tumulária de Alcobaça






Os túmulos de D. Pedro I e de D. Inês de Castro encontram-se no Mosteiro de Alcobaça. São duas verdadeiras obras-primas da escultura gótica em Portugal, cuja construção se situa entre 1358 e 1367 e de autoria desconhecida.

D. Pedro sobe ao trono em 1357 e uma das suas primeiras medidas foi mandar coroar Inês de Castro sua rainha (post mortem) e construir um túmulo majestoso. Em 1360, acabado o túmulo, D. Pedro I ordenou que o colocassem no braço sul do transepto do Mosteiro de Alcobaça e em seguida que trasladassem para lá o corpo de D. Inês.. D. Pedro I mandou construir um túmulo semelhante para si próprio, sendo colocado lado a lado esquerdo do de D. Inês. O rei morre em 1367 indo repousar, nessa altura, ao lado da sua amada. (aqui)





Inês de Castro está representada com a expressão tranquila, rodeada por anjos e coroada de rainha. A mão direita toca na ponta do colar que lhe cai do peito e a mão esquerda, enluvada, segura a outra luva.


Os temas representados no túmulo são: nos frontais, a Infância de Cristo e a Paixão de Cristo e, nos faciais, o Calvário e o Juízo Final.




Túmulo de D. Inês de Castro (Mosteiro de Alcobaça)


Túmulo de D. Inês de Castro






Túmulo de D. Inês de Castro (Mosteiro de Alcobaça)





Túmulo de D. Pedro I (Mosteiro de Alcobaça)



D. Pedro I está representado também com a expressão tranquila, coroado e rodeado por anjos. Segura o punho da espada na mão direita, enquanto com a esquerda agarra a bainha.

Túmulo de D. Pedro I (Mosteiro de Alcobaça)



Túmulo de D. Pedro I





Nas faces do túmulos estão representadas: nos frontais, a Infância de S. Bartolomeu e o Martírio de S. Bartolomeu e, nos faciais, a Roda da Vida e a Roda da Fortuna e ainda a Boa Morte de D. Pedro.

Rosácea do túmulo de D. Pedro I - Roda da Vida e Roda da Fortuna
 (Mosteiro de Alcobaça)

Neste túmulo destaca-se o facial da cabeceira onde está representada a Roda da Vida e a Roda da Fortuna. Image: A Roda da Vida possui 12 edículas com os momentos da vida amorosa e trágica de D. Pedro e de D. Inês. 

 Fotografias de: João Chambel - By, Sony DSC-HX60










Alcobaça - Arte Tumulária


sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Olhares Florais

Olhares Florais





Quando vier a Primavera, 
Se eu já estiver morto, 
As flores florirão da mesma maneira 
E as árvores não serão menos verdes que na Primavera passada. 
A realidade não precisa de mim. 

(poema tem continuação, mais abaixo)


Zangão polinizador...




A natureza brinda-nos com a sua beleza.













Fotografias de: João Chambel  - By, Sony DSC-HX60








Sinto uma alegria enorme 
Ao pensar que a minha morte não tem importância nenhuma 

Se soubesse que amanhã morria 
E a Primavera era depois de amanhã, 
Morreria contente, porque ela era depois de amanhã. 
Se esse é o seu tempo, quando havia ela de vir senão no seu tempo? 
Gosto que tudo seja real e que tudo esteja certo; 
E gosto porque assim seria, mesmo que eu não gostasse. 
Por isso, se morrer agora, morro contente, 
Porque tudo é real e tudo está certo. 

Podem rezar latim sobre o meu caixão, se quiserem. 
Se quiserem, podem dançar e cantar à roda dele. 
Não tenho preferências para quando já não puder ter preferências. 
O que for, quando for, é que será o que é. 


Alberto Caeiro, in "Poemas Inconjuntos" 
Heterónimo de Fernando Pessoa 


sábado, 20 de fevereiro de 2016

A Arte de Congelar o Tempo

A Arte de Congelar o Tempo







Há quem diga que não é possível "Congelar o Tempo", mas, através da fotografia é possível.  Imagens congeladas para a eternidade, numa fracção de milésimo de segundo o tempo é congelado!


Assim foi num dia de mar revolto, em plenas marés vivas de Fevereiro, entre São João do Estoril e Cascais.

Congelada para a a eternidade.





Freeze Time







Fotografias de: João Chambel - By, Sony DSC-HX60







Olhares Primaveris

Olhares Primaveris 






Hoje, um dia primaveril onde a Primavera já é presente em todos os cantos/espaços, onde as flores desabrocham por todos os lados.

Um dia em que quase se fundem o azul do mar e do céu.



 Simetrias florais...


Na pequenez, também há beleza!

A moeda de um cêntimo serve de escala, para a pequena flor.

 A natureza é caprichosa...

 O duende das flores 



Malmequeres  
Fotografias de: João Chambel  -  By, Sony DSC-HX60