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terça-feira, 1 de setembro de 2015

Interiores do Panteão Nacional

Interiores do Panteão Nacional





Interiores da Igreja de Santa Engrácia ou Panteão Nacional. Com uma arquitectura digna de uma visita, de uma beleza rara, é também o casa, onde repousam várias figuras públicas, históricas e mais recentes, como Amália, Sophia de Mello Breyner Andresen e o futebolista Eusébio.










Foi aberto ao público com esse estatuto depois de concluídas as suas obras a 1 de Dezembro de 1966 com missa inaugural presidida pelo Cardeal Cerejeira e na presença do Presidente da República Américo Tomás e do Presidente do Conselho Oliveira Salazar.


A cúpula.





Estilisticamente é considerado o primeiro monumento barroco no país, é coroado por um zimbório gigante (construção moderna segundo projecto de Luís Amoroso Lopes) e o seu interior está pavimentado com vários tipos de mármore colorido.




















Visto da parte mais alta, próximo da copula, com esta imagem do chão, da parte central da Igreja.








Túmulo de Luís de Camões


A nossa querida poetisa, Sophia de Mello Breyner Andresen.


Túmulos de grandes personalidades muito queridas do povo...!

Amália Rodrigues.


Vista deslumbrante do Tejo lá do alto junto à cúpula. 





As obras que nuca mais acabavam deram-lhe o nome, Santa Engrácia!
Fotografias de: João Chambel










Pequeno vídeo do interior do Panteão Nacional.

domingo, 30 de agosto de 2015

Arte Urbana & Poesia

Arte Urbana & Poesia






Arte de rua (Urbana) em Cascais. Murais que mais parecem postais, onde as ideias do fantástico se misturam com o real, pelas mãos do artista Grafiteiro

Graffiti, é uma arte intemporal que tem resistido ao longo dos séculos. É uma forma de expressão (rebelde), uma linguagem critica ou simplesmente imaginária; a Arte Urbana.


Mural que pode ser encontrado em Cascais.







Estou num daqueles dias em que nunca tive futuro. Há só um presente imóvel com um muro de angústia em torno. A margem de lá do rio nunca, enquanto é a de lá, é a de cá, e é esta a razão intima de todo o meu sofrimento. Há barcos para muitos portos, mas nenhum para a vida não doer, nem há desembarque onde se esqueça. Tudo isto aconteceu há muito tempo, mas a minha mágoa é mais antiga. 

Em dias da alma como hoje eu sinto bem, em toda a consciência do meu corpo, que sou a criança triste em quem a vida bateu. Puseram-me a um canto de onde se ouve brincar. Sinto nas mãos o brinquedo partido que me deram por uma ironia de lata. Hoje, dia catorze de Março, às nove horas e dez da noite, a minha vida sabe a valer isto. 

No jardim que entrevejo pelas janelas caladas do meu sequestro, atiraram com todos os balouços para cima dos ramos de onde pendem; estão enrolados muito alto, e assim nem a ideia de mim fugido pode, na minha imaginação, ter balouços para esquecer a hora. 

Pouco mais ou menos isto, mas sem estilo, é o meu estado de alma neste momento. Como à veladora do «Marinheiro» ardem-me os olhos, de ter pensado em chorar. Dói-me a vida aos poucos, a goles, por interstícios. Tudo isto está impresso em tipo muito pequeno num livro com a brochura a descoser-se. 

Se eu não estivesse escrevendo a você, teria que lhe jurar que esta carta é sincera, e que as cousas de nexo histérico que aí vão saíram espontâneas do que sinto. Mas você sentirá bem que esta tragédia irrepresentável é de uma realidade de cabide ou de chávena — cheia de aqui e de agora, e passando-se na minha alma como o verde nas folhas. 

Foi por isto que o Príncipe não reinou. Esta frase é inteiramente absurda. Mas neste momento sinto que as frases absurdas dão uma grande vontade de chorar. Pode ser que se não deitar hoje esta carta no correio amanhã, relendo-a, me demore a copiá-la à máquina, para inserir frases e esgares dela no «Livro do Desassossego». Mas isso nada roubará à sinceridade com que a escrevo, nem à dolorosa inevitabilidade com que a sinto. (aqui !)

Fernando Pessoa, in 'Carta a Mário de Sá-Carneiro (1915) '

Num dos Portões do Jardim Carmona, Cascais.



Arte que nos transporta para lá do real.



(clique para ampliar)
Fotografias de: João Chambel



Tem mais Arte Urbana de Cascais, aqui (clique)!






segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Fontanários do Meu País

Fontanários, Chafariz ou Fontes






Fontanários... Servem muitas vezes para "matar" a sede de quem passa, ou simplesmente para refrescar o viajante que tem calor. Servem também para ornamentar jardins e parques, ou simplesmente como bebedouros para saciar a sede.

Eles são de muitas formas e feitios e de várias épocas. Alguns foram erguidos pelos Romanos, Muçulmanos e mandados construir pelos Reis ou simplesmente pelo povo Portugueses.

Em, Serra de Sintra

Em Cascais

Lisboa, Largo do Carmo

Alcobaça

Alcobaça



Mosteiro de Alcobaça.

Praça do Rossio - Lisboa

Praça do Rossio - Lisboa



Lisboa, perto da Igreja São Vicente de Fora.





Jardim de Oeiras



No Museu do Azulejo - Lisboa



Palácio Marquês de Pombal em Oeiras.



Jardim Municipal de Oeiras.


Oeiras

Em Lisboa, Parque Expo.


Rossio de Abrantes


Em Benavente, Vila


Lisboa - Belém


Miradouro Santa Luzia - Lisboa


Anjos - Lisboa

Praça do Rossio



Jardins do palácio da Pena - Sintra



Vila de Sintra


Palácio Nacional de Sintra


Vila de Sintra


Vila de Sintra



Também em Sintra, Vila.
 Fotografias de: João chambel




Um fontanário ou chafariz, às vezes chamado somente por fonte, é uma construção, ornamental ou não, provida de uma ou mais bicas, de onde jorra água potável. 

Geralmente, situa-se em local aberto à visitação pública, como praças e jardins. Pode ser erigido com diversos propósitos, dentre eles: manter a humidade do ar, saciar a sede, servir de ornamento ou decoração.