Este palácio que foi a residência de Verão da família Cook, foi construído sobre as ruínas da mansão neo-gótica edificada pelo comerciante inglês Gerard de Visme, que possuiu a concessão da importação do pau-brasil em Portugal e foi o responsável pelo primeiro palácio de Monserrate. Fonte Wikipédia
Vitral da Capela do Palácio da Pena; desmontado fotográfica-mente.
O famoso vitral da Capela, construído em Nuremberga, Alemanha
Em cima a esfera armilar e a cruz de Cristo, entre alas as bandeiras, com as armas da casa de Bragança e as da casa real da Saxónia (Saxe-Cobugo-Gotha).
Nossa Senhora da Pena com Jesus nos braços.
São Jorge
Rei D. Mauel I com a maqueta do mosteiro da Pena e as armas da casa de Bragança.
Vasco da Gama com as armas da Vidigueira e, em fundo uma caravela e a Torre de Belém.
Plantado no alto das escarpas da Serra de Sintra, ele ergue-se imponente, visível a mais de 30 Km, a toda a sua volta.
O palácio da Pena é de longe o mais visitado pelos turistas de todo o mundo. Um palácio único, com vistas únicas de suas redondezas, digno de ser visitado.
Beleza, requinte arquitectónico e uma vista deslumbrante em redor, no topo da Serra de Sintra; o magnífico Palácio da Pena ou Castelo da Pena, como muitas vezes é conhecido.
Torre do relógio, em destaque.
A entrada
A parede onde se abre a porta que antecede a pequena ponte levadiça, tem uma decoração inteiramente semelhante à da fachada da Casa dos Bicos, em Lisboa.
A vigia e o mar em fundo...
O brasão de armas do Rei D. Fernado II
Pormenores com requinte.
Pormenor de uma das janelas.
No topo, uma pausa para o café e recuperar forças.
O Palácio da Pena são o expoente máximo, em Portugal, do Romantismo do século XIX. Constituem o mais importante pólo da paisagem Cultural de Sintra - Património Mundial. Em 1503 era Mosteiro de Nossa Senhora da Pena, que fora doado `Ordem de S. Jerónimo, por D. Manuel I.
Terraço das Rainhas, lá em cima. Nas traseiras as torres...
A entrada para o Palácio, cheia de turistas às 10 da manhã.
Fachada, com destaque para a guarita de vigia.
Pórtico da entrada do lado direito, com fachada de azulejos em fundo.
Pórtico da entrada.
Pormenor da torre de vigia, do lado poente.
Mais de perto...
Pormenor das torres centrais, onde se encontra o Tritão.
Requinte e beleza arquitectónica.
Com pormenor da meia lua no cimo das torres.
Guarita de vigia frontal.
Fachada do pórtico da criação do mundo.
Mais em baixo, o Tritão, figura meio homem meio peixe.
Fotografias de: João Chambel - By, Sony DSC-HX60
O Pórtico do Tritão é um dos mais enigmáticos elementos arquitectónicos do Palácio da Pena. Denominado “Pórtico Alegórico da criação do Mundo” logo no século XIX, dele destaca-se o Tritão, um monstro mitológico meio homem, meio peixe.
A descodificação deste pórtico tem dado origem a diversas teorias, muitas delas sem fundamento. Muito provavelmente D. Fernando procedeu, na concepção deste pórtico, do mesmo modo que em relação a quase todas as artes decorativas no Palácio da Pena: foi recuperar elementos da cultura portuguesa. E há duas possíveis origens para este Tritão, ambas literárias. Uma é a obra de Damião de Góis de 1554, onde é mencionado um Tritão que tinha sido avistado a cantar com uma concha numa praia perto de Colares. Mas também Luís de Camões menciona um Tritão no Canto IV dos Lusíadas, cuja descrição lembra o monstro da Pena: